Sinta-se Em Casa

Entre. Puxe a cadeira. Estique as pernas. Tome um café, e vamos dialogar com a alma.



segunda-feira, 30 de novembro de 2015

A TV Mostra a Alma

Assisti a um documentário sobre a TV brasileira, feito pela britânica Daisy Donovan. Ela defende que "a televisão é a janela da alma de uma nação"

O que ela viu aqui? Programas que alcançaram o pico como miss bumbum e telenovelas. E falou que aqui existe uma "obsessão com a carne feminina". E também destacou o sexo explícito e a violência. Essa é a janela que revela a alma da nossa nação.

Quais as notícias que temos todos os dias? O que vemos em nossas ruas? Como vivem os adolescentes a nossa volta? Quantas famílias, inclusive da igreja, vivem em comunhão e respeito mútuos?

Outro problema é dar ibope. Por que essas coisas dão ibope? Porque é assim que as pessoas vivem. 

Você tem dado ibope para os programas que fazem o nosso país ser olhado como ridículo, sem cultura, fútil, ignorante e pífio?

O que esses programas indecentes compartilham, mostram um pouco da realidade da sua casa?

"...Quem de nós pode viver com o fogo consumidor? Quem de nós pode conviver com a chama eterna?" Aquele que anda corretamente e fala o que é reto, que recusa o lucro injusto, cuja mão não aceita suborno, que TAPA OS OUVIDOS PARA A TRAMA DE ASSASSINATOS e FECHA OS OLHOS PARA NÃO CONTEMPLAR O MAL, é esse homem que habitará nas alturas; seu refúgio será a fortaleza das rochas; terá suprimento de pão, e água não lhe faltará." (Is. 33.14b-16)

Quais os seus programas preferidos? O que você assiste também revela a sua alma.

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Três vezes mortos. E a pior das mortes...

Sabe por que Jesus disse: "Eu sou a ressurreição e a vida"? Porque o pecado matou o homem três vezes: no corpo, no relacionamento com Deus e na eternidade. Como assim?

Todo ser humano morre no corpo quando dá o seu último fôlego. Essa morte é a mais temida, mas não é a pior.

A pior das mortes é aquela que separou o homem da comunhão com Deus. É a perda da paz interior. É o comprometimento da alegria existencial. É uma vida sem perspectiva da eternidade. É aquele vazio incógnito.

A morte eterna que acontece pra todo aquele que parte dessa vida sem a entrega pessoal a Jesus como Senhor e Salvador pessoal, a partir do reconhecimento do pecado e do perdão imerecido, torna-se a pior não por causa do julgamento, não pela condenação, não por causa do Lago de Fogo, mas por causa da separação eterna do Pai. 

O maior sofrimento não acontece por causa do lugar e suas propriedades de golpear eternamente o pecador, mas sim pela não-possibilidade de reconciliação com Deus.

Agora é o tempo da reconciliação. Hoje é o dia da salvação em Cristo Jesus.

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Iceberg

Tratar somente o que aparece não é a solução. O que aparece pode ser superficial. Talvez o que está escondido é muito mais profundo e sério. 

Jogar valendo é a ponta do iceberg. Quem joga tem um problema maior. Ele não confia na provisão do Senhor, e talvez nem saiba nada sobre esse tema, e não vive a gratidão na simplicidade.

Mundo das drogas é a ponta do iceberg. Quem se droga deseja fugir da sua realidade. Não tem coragem de viver sozinho, consigo mesmo, confiar sua vida ao senhorio de Jesus.

Ciúmes exagerado é a ponta do iceberg. Quem arde em ciúmes tem uma insegurança que pode se explicar numa experiência de traição. Mesmo quando a traição foi apenas contra os próprios pais e a Igreja, quando deveriam viver de maneira santa e pura, e viviam em fornicação. Se ele (a) enganava todo mundo, quem garante que não vai me enganar também? 

Insônia é a ponta do iceberg. Quem não consegue dormir demonstra incapacidade de esperar no Senhor e confiar em seu cuidado soberano.

Irritabilidade é a ponta do iceberg. Quem age assim pode estar vivendo algum distúrbio, talvez tenha dupla personalidade, quem sabe não entende a seriedade disso e por isso não toma medidas preventivas.

Consumismo é a ponta do iceberg. Quem gasta demais não reconhece as prioridades. Não se coloca em seu próprio lugar, mas no lugar de outro que não existe nele. É uma atitude falsária e de prepotência. 

Enfim, precisamos nos enxergar de forma mais direta, profunda, não camuflada e sem surpeficialidade.