Sinta-se Em Casa

Entre. Puxe a cadeira. Estique as pernas. Tome um café, e vamos dialogar com a alma.



quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Supostas Dificuldades no Envio dos Doze (Mt. 10.5-15; Lc. 22.35-36)

Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje e para sempre (Hb. 13.8). A sua imutabilidade não implica enrijecimento estratégico. Ele sabe quando e como agir, e quando necessário muda o seu estratagema, mas continua o mesmo.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Aprendendo Com Os Gnus


Assisti agora pouco no Animal Planet - Sorte Selvagem ep. 3. Retrata a história de um gnu desde o seu nascimento até chegar à Planície Paraíso.


Ele ainda jovem, sem experiência, por algumas vezes se distância da manada e da mãe, e se tornou presa fácil de um guepardo e de um crocodilo numa travessia. E enquanto todos estavam juntos nada podiam fazer os predadores (leoas e hienas), mas lá estavam eles espreitando-os o tempo todo.

O que me veio à mente? "O diabo está em derredor, rugindo como um leão, buscando alguém para devorar" (1 Pe. 5.8). Sabe que muitas vezes ficamos distraídos como aquele jovem gnu. E não damos conta, em nossa rotina e correria, de que estamos sendo espreitados o tempo todo mesmo.

Cuidemos portanto. Ele está na nossa "bota". Vigiemos o tempo todo, em todo o tempo.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Ser Como Criança, Sem Tropeçar (Mt. 18.1-9)

Ser como criança não é se infantilizar diante das responsabilidades da vida, mas é criar um ambiente favorável à ação de Deus. É inclusive ser livre de condenação merecida para aqueles que não tem a sensibilidade para com elas. 

Se Divorciar ou Se Tornar Criança? (Mt. 19.1-15)

A incredulidade é própria do coração do homem, e o esquecimento pertence ao coração de uma criança. E Jesus ensinou que devemos ser tais como elas são.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Visita ao Templo de Rimon (2 Rs. 5.18-19)

Sempre fui contra a presença dos servos de Deus em ambientes idólatras.

Se você for a uma casa de idólatras, a Bíblia diz que você deve comer de tudo sem nada perguntar, por outro lado deixa claro que não se deve comer nada sacrificado aos ídolos (1 Co. 10).

E se alguém estiver num local idólatra, mas não participar de nada que é oferecido no altar?

Pode ser necessário e inevitável estar presente em alguns ambientes. O que não se pode é participar daquilo que e oferecido.

Naamã é um exemplo interessante. Ele, como "funcionário público", precisava acompanhar o rei ao templo de Rimon, sem participar (2 Rs. 5.18-19).

O Nascimento de Jesus e da Igreja

 Lucas escreve um Evangelho e também o livro de Atos. Você já viu o paralelo entre esses livros? Eugene Petterson traça um paralelo interessante. Pode ser um começo para outras comparações.


sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Não Morrer Antes da Vinda (Mt. 16.27-28)

A Transfiguração: o aqui e o ainda não

Eu Tenho Que... Não Posso Deixar De...

Por que temos a sensação que não podemos deixar de fazer algumas coisas, sendo elas não muito importantes? É mais que mera sensação. Chega ser uma convicção de alta prioridade.


Observe sua vida. Por que voc ê tem de assistir a mais um capítulo da novela? Por que aquela possível memorável partida deve ser acompanhada sem interrupç ões? Por que eu n ão posso perder a estréia daquele filme? Por que eu tenho de comprar esse lançamento de...? Quem disse que eu n ão posso perder o último capítulo da...? O mesmo que disse não poderia perder os primeiros. Quem disse n ão poderia perder a "grande" final? E deixar de ler aquele artigo, ou acompanhar aquele noticiário, ou simplesmente entrar no "face"...


Enfim, n ão podemos deixar de fazer isso e aquilo de entretenimento, cultura, de massagem no ego, de adoração ao nossos caprichos que se tornam mais importantes que "buscar primeiro o Reino de Deus" e ent ão corremos para os braços dEle na mínima "dor de barriga".


Quem dera tivéssemos essa mesma sensaç ão quanto à leitura diária da Bíblia, ao nosso discipulado (inclusive com os filhos), ao nosso envolvimento com a Igreja... Quem dera invertêssemos um pouquinho nossos caprichos em nome das prioridades mais altas, fazendo delas "o nosso cuidado nosso de cada dia".


Até do que é básico podemos abrir mão, pois nem só de pã o o homem viverá (Mt. 4.4).


Vacilius Lima, em nome do Nome.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Vinho Novo em Odres Novos

Os discípulos de João queriam saber porque os discípulos de Jesus não jejuavam. A resposta foi simples e óbvia: porque ninguém fica de luto enquanto o noivo está na festa.

Jesus justifica essa resposta com dois exemplos: 1. Remendo de pano novo em roupa velha torna pior o rasgo, pois o novo se amolda, se estica, se adequa... já o velho está enrijecido; 2. A mesma coisa com o vinho novo. O suco de uva novo fermenta e se colocado em odres velhos também não se adequaria e os odres se romperiam. (Naquela época os odres eram feitos de couro de de cabra, a qual não mais laceava quando velho).

O que significa? As boas novas do Evangelho não combinam com as tradições engessadas. O Evangelho liberta, torna as vidas livres.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Transubstanciação ou Consubstanciação?


A transubstanciação defende a transformação do pão e do vinho (da Eucaristia) no corpo e no sangue de Cristo, no ato da consagração. Já a consubstanciação define como participação da Igreja no sacrifício, enquanto os elementos continuam pão e vinho inalterados. É "simplesmente" a comunhão tanto no sacrifício vicário como com o Cristo vivo.


"Simplesmente" a comunhão no sacrifício e com o próprio Cristo não é "simplesmente", pois Cristo se faz presente no ato da comunhão. A Sua presença é representativa nos elementos, mas  também real em pessoa, corpo presente. É corpo Igreja em comunhão com o Seu próprio Senhor em corpo presente pelo poder do Espírito. Assim Ele mora em nós.

Infelizmente, a comunhão com outras coisas sacrificadas faz com que as pessoas também tenham comunhão com os demônios, pois não é a Cristo que sacrificam (1 Co. 10.14-22).

Aleluia por estamos em Cristo, e podemos fugir de toda idolatria e nos ater em comunhão com Ele, o Rei dos reis e Senhor dos senhores.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

A Viagem 2 - A Ilha Misteriosa


Acabamos de assistir ao filme que é título da presente reflexão. E foi em 3D. 



Esse realmente foi o diferencial. Pudemos entrar na história (já que a pedagogia não permite mais "estória"), e quase participar. A sensação é que estamos na história mesmo. Até pulamos da cadeira quando algum objeto é lançado "sobre nós".


Já pensaram uma leitura da Bíblica em 3D?

Não seria fantástico vir a sarça ardendo junto com Moisés? E o Cristo apocalíptico com os seus olhos de fogo. A passagem pelo Mar Vermelho. Elias sendo trasladado. E a ressurreição?

Bom. Podemos o que podemos. E o que podemos? Entrar na história bíblica. Usar a nossa imaginação. Mais que isso: "re-encarnar" os personagens e a vida que tiveram.

Enfim, se podemos entrar na história, imaginem quando ela entra nas nossas vidas. É 3D para Moisés e Jesus. São eles que entram em nossa sala, quarto, amizades, local de trabalho...